quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Aprendendo com a vida

No texto anterior, após abordar as escolhas de nossa vida, passei a refletir sobre o fato de que vivemos aprendendo dia a pós dia, com nossas experiências, e as dos outros.
Pois, refletindo sobre isto, cheio de dúvidas e incertezas quanto ao ano novo que ora chega e que dá seus primeiros sinais, recebi, entre as dezenas e dezenas de e-mails que, diariamente lotam minha caixa de mensagens, um texto no qual me vi, literalmente dentro dele. Atribuído a Charlie Chaplin, um dos maiores atores da chamada Era de Ouro do Cinema, a mensagem me trouxe respostas, ao falar do aprendizado que a vida nos proporciona.
Confesso ter me emocionado nesta leitura de mim mesmo, em palavras escritas pelo criador de O grande ditador, Tempos Modernos e Luzes da Cidade, entre outras.

Reflitam, pois, com A Vida me ensinou...

A vida me ensinou... a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração; aorrir às pessoas que não gostam de mim, para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam; fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa... acreditar que tudo vai mudar; Calar-me para ouvir; aprender com meus erros.
Afinal eu posso ser sempre melhor. A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo. A ser forte quando os que amo estão com problemas; Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho; ouvir a todos que só precisam desabafar; Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos; Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão; Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa; a pedir perdão; a sonhar acordado; a acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
A aproveitar cada instante de felicidade; a chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas", embora nem sempre consiga entendê-las; a ver o encanto do pôr-do-sol; a sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;
A abrir minhas janelas para o amor; a não temer o futuro;
Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.




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