sexta-feira, 15 de julho de 2011

Você sabe dizer “Eu te amo?”

Não é de hoje que o cotidiano das pessoas está – definitivamente – mudado.
Novos ingredientes neste mundo ‘globalizado’ foram diferenciando o novo jeito de ser das pessoas.
Bom ou não, pensamos diferentes dos nossos pais. E as informações, a um clic de nossos dedos, estão aí a acrescentar conhecimentos.
Pensamos no macro e - por conseqüência, acabamos esquecendo do micro. Sim caro leitor, das pequenas coisas que somadas ao todo, são capazes de fazer a diferença.
Salvo às exceções, ama-se com mais facilidade. Mas também, na mesma proporção – odeia-se. As pessoas se toleram menos – veja como exemplo a impaciência no trânsito. Como o sinal sonoro de uma buzina é capaz de mexer no lado menos humano do Ser?
Acredita-se em fatos contados na mesa de um bar, sem saber de sua veracidade e – a partir desta ‘verdade’ a informação é repassada, compartilhada, difundida.
Não somos os mesmos, é fato.
Gostamos, amamos, sentimos. Mas temos uma dificuldade enorme de manifestar tais sentimentos. Se não, me diga: você sabe dizer “Eu te amo?”
Caro leitor, você como pai, expressa com freqüência o que sente aos seus filhos? Você, como filho, consegue dizer aos seus pais que os ama? Mas dizer olhando em seus olhos e, desta forma, sem medo, sem vergonha, falar do amor que sente e o que isto lhe representa?
Conheço muitos que afirmam não conseguir “tal façanha”: dizer eu te amo!
Tantos outros, que hoje nutrem sentimento de culpa, ao lamentarem ter visto o tempo passar e seus ‘velhos’ partirem, sem que proferissem – ou ouvissem de seus lábios – um terno e infinitamente belo “Eu te amo”!
Existem as regras, mas existem as exceções. Onde você se encaixa? Acredita ter tempo – e ser necessário – mudar para ser feliz?
Acredito que sim. Aliás, pelo bem da família, é necessário sim.
Por tanto, olhe ao seu redor neste momento e viva a rica experiência do amor e a oportunidade que você tem. Comece agora, comece já....diga para quem está do seu lado e para ti é importante: “Eu te amo”!

“Eu muitas vezes vi meu pai chegar cansado,
mas aquilo era sagrado, um por um ele afagava.
E perguntava, quem fizera estrepolia?
E mamãe nos defendia, e tudo aos poucos se ajeitava...” (Utopia - Padre Zezinho)

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